HOW CAN EXIST DIVINE CREATURE?
Pétalas de Rosas
Suaves e róseas se firmam
dentre todo jardim enluarado
entre raizes e espinhos emergidos
somente um cálido perfume exalado
Suaves escarlates, se encontram
sob o vento almejado, inesperado
sempre orvalho ao todo cálido, reluzente
com tuas sementes semeando ao arado
Doce, plúmbeas com essência ao opaco
definindo sentimentos em tormentas
lívidas, solenes, porém nédias e cinzentas
De solilóquio encontro-me a sussurrar
que beleza, que jardim, mas que lugar
Tão etéreo, tão sublime, celestial
privado ao mundo, ausentando-se o mal
Um mal exilado dentre atrozes destinos
me consumindo... me consumindo
tornando a vida um deleite natural
vivendo a dúvida um desejo primordial
encontrai-vos ocultado ao antes triste
onde a sombra já não possa penetrar,
sentindo ao âmago arder em chamas tristes
de soslaio para com a verdade alcançar
Sinto o aroma, proferido deste paraíso
onde pétalas hesitam a despencar
com uma rosa onde tuas cores iluminam
uma mente aturdida ao pensar
Tua ocasião causa enfermas atitudes
tua ausência releva ao pranto mergulhar
sobre mares e oceanos tão profundos
de lágrimas que possam nos afogar
Ensinai-vos o sentido eclipsado
de um sorriso ou um choro a se mostrar
sentimentos muito intensos requeridos
aludidos pela noite e o luar
Pois a tenho óh rosa querida
plantarei-a com determínio invulgar
não hesitando a esforços submetidos
a fim tendo, tua beleza a apreciar